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quarta-feira, 11 de abril de 2012

Google apresenta par de óculos conectado

 Fonte:http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/noticias/2012/04/05/Google-apresenta-par-de-oculos-conectado.html

Batizado como Project Glass, produto permitirá navegar pela web, tirar fotos e fazer ligações telefônicas por comando de voz

O Google quer trazer elementos de ficção científica para o cotidiano das pessoas. O gigante da internet apresentou num post no Google + na quarta-feira, 4, o Project Glass, um par de óculos desenvolvido pela equipe do Google X, laboratório da companhia, que levará a conectividade a um novo patamar.

O dispositivo permite ao usuário ler e-mails, receber informações em tempo real sobre trânsito e outros assuntos de interesse, realizar chamadas telefônicas, tirar fotos ou fazer compras online, por exemplo, e tudo isso via comando de voz. Veja abaixo o vídeo de demonstração da tecnologia.

Segundo artigo publicado pelo New York Times, o novo aparato tecnológico deve começar a ser vendido ao público no final do ano. Ainda de acordo com o texto, o preço previsto para o produto giraria entre US$ 250 e US$ 600.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Google inaugura Art Project no Brasil

Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/noticias/2012/04/03/Google-inaugura-Art-Project-no-Brasil.html

Acesso virtual a museus estreia com Pinacoteca e Museu de Arte Moderna (MAM) em São Paulo


O presidente do Google, Fábio Coelho, anunciou nesta terça-feira, 3, o início do Google Art Project, pelo qual o usuário pode acessar, de forma virtual e online, museus do mundo inteiro. No Brasil, os primeiros museus a terem parte de suas coleções digitalizadas pelo projeto são a Pinacoteca do Estado de São Paulo e o Museu de Arte Moderna (MAM). “O projeto começou como uma iniciativa da área de engenharia do Google, pela qual os engenheiros empregam 20% do seu tempo livre, de forma voluntária. Começou com museus e foi desdobrado como um Google Street View (sob o qual é possível visitar virtualmente os locais como ruas, cidades e até mesmo a Amazônia) para museus”, explica.

Atualmente, o Google Art Projetc abrange 151 museus em 40 países, com mais de 30 mil obras. Entre esses museus, destacam-se o Museu D’Orsay (França), Acrópoles (Grécia), Museu de Arte Islâmica (Qatar) e MoMa de San Francisco (EUA). Desses 151 museus, dez estão na América Latina e dois - Pinacoteca e MAM - no Brasil. As 30 mil imagens de todo o projeto, de seis mil artistas, estão em HD, segundo Coelho.

O gerente de novos negócios do Google, Alessandro Germano, afirma que, no caso da Pinacoteca e do MAM, estão disponíveis os três conceitos de museus virtuais: catálogo digital das imagens em HD, com curadoria feita pelos próprios museus; passeio virtual, feito através de trolley, uma espécie de carrinho que tem 15 câmeras em 360º; e a tecnologia Gigapixel, que capta fotos em 7 bilhões de pixels. Para visitar a Pinacoteca e o MAM de forma virtual, basta acessar o site do Google Art Project.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Urbanistas da Índia querem importar 'jeitinho brasileiro' para favelas de Mumbai

Fonte:

Urbanistas ficaram empolgados com coisas que viram em Paraisópolis


Crédito: Urbz
Pedreiros e moradores das favelas vão ensinar urbanistas, arquitetos e políticos algumas de suas técnicas. Nós queremos reverter a hierarquia tradicional
Um grupo de arquitetos da Índia quer levar algumas lições aprendidas nas favelas brasileiras para Mumbai para melhorar as condições de moradia em regiões pobres da cidade indiana.

Arquitetos e urbanistas do Institute of Urbanology – uma fundação dedicada à pesquisa e difusão de ideias de urbanismo, com sede em Mumbai – acreditam que várias iniciativas do governo indiano de reconstruir conjuntos habitacionais acabaram produzindo apenas corrupção, prédios decrépitos e vizinhanças miseráveis.

Em alguns casos, as condições de vida dos moradores nos novos blocos até mesmo piorou quando eles trocaram seus casebres nas favelas por esses novos apartamentos.

Os arquitetos indianos visitaram a favela de Paraisópolis, em São Paulo, este ano e ficaram empolgados com o que viram. Em vez de destruir casebres e construir conjuntos habitacionais novos, a maioria dos moradores da favela deu um "jeitinho" na sua própria casa.

Segundo os profissionais do Institute of Urbanology, isso é muito mais eficaz para melhorar as condições de moradia do que simplesmente destruir favelas inteiras.

'Casas-ferramentas'
Matias Echanove, que participa do coletivo acadêmico de urbanismo Urbz, envolvido na viagem à Paraisópolis, aponta quatro problemas na construção de novos conjuntos habitacionais para substituição de favelas.

Primeiro, para que os apartamentos tenham preços acessíveis, os construtores precisam reduzir muito o custo da obra, o que compromete a qualidade do material usado.

Outro problema é que os conjuntos habitacionais acabam com o que Echanove chama de "casas-ferramentas" – moradias que são usadas também como estabelecimentos comerciais.

"Quando as pessoas perdem as suas casas nas comunidades, elas também perdem os seus negócios. Para a economia local, isso pode ser uma coisa ruim", disse Echanove à BBC Brasil.

O terceiro fator é o convívio social, que fica comprometido, pois as pessoas em prédios habitacionais interagem menos do que em comunidades como favelas.
"(Em conjuntos habitacionais) é possível se sentir ainda mais inseguro do que em favelas. As favelas e comunidades de Mumbai têm algo que os urbanistas chamam de 'olho na rua', ou seja, sempre tem alguém circulando pelas ruas", diz o urbanista.

"Uma coisa que nos chamou a atenção em Paraisópolis é que em partes da favela nós tínhamos uma sensação maior de segurança do que em outros pontos de São Paulo, como no Centro da cidade, onde havia vários traficantes e usuários de drogas. Nas favelas, há mais famílias e trabalhadores circulando, o que torna o ambiente bem mais agradável."

Por fim, o urbanista acredita que a construção de prédios leva à corrupção.
"O setor de construção é sempre um dos mais corruptos da economia. Em geral, são sempre os mesmos agentes que ganham os contratos públicos."

Vantagem
Outra vantagem observada pelos urbanistas em sua visita à Paraisópolis é o que os profissionais chamam de "desenvolvimento incremental" – moradores que usam suas rendas para melhorar as próprias moradias, construindo mais andares em uma casa e "puxadinhos".

"Nós vimos casos bem curiosos em Paraisópolis, como um morador que havia melhorado sua casa ao longo de 18 anos. Isso forma um ciclo muito mais rico de desenvolvimento urbano e econômico."

Ele reconhece que há também problemas graves nas favelas, sobretudo quando o poder público não provê boas ruas, saneamento e energia elétrica. Outra falha é que favelas sem nenhum tipo de planejamento urbanístico – sobretudo as construídas em áreas de risco – são mais vulneráveis em eventos como enchentes. Para

Echanove, no entanto, isso pode ser resolvido com obras por parte das autoridades, e não com a remoção das favelas.

As lições podem ser aproveitadas em lugares como Dharavi, uma das cinco maiores favelas do mundo, cuja população total é estimada entre 600 mil e 1 milhão de pessoas.

Escola Dharavi-Paraisópolis

O Institute of Urbanology pretende realizar uma série de oficinas e debates em junho de 2013 sobre as experiências de arquitetura na Índia e no Brasil. Com apoio da Prefeitura de São Paulo e da multinacional de cimento Lafarge, profissionais da área passarão duas semanas em Dharavi e duas semanas em Paraisópolis para o evento que foi batizado de Escola de Urbanologia Dharavi-Paraisópolis.

"Pedreiros e moradores das favelas vão ensinar urbanistas, arquitetos e políticos algumas de suas técnicas. Nós queremos reverter a hierarquia tradicional de autoridade pública e mostrar que temos coisas a aprender como profissionais", diz o diretor da Urbz.

Este ano, a entidade indiana levou estudantes da prestigiosa faculdade Sir JJ College of Architecture, de Mumbai, para o Brasil, onde eles passaram horas observando as técnicas desenvolvidas pelos pedreiros das favelas brasileiras. Esta semana foi lançada uma exposição com fotos tiradas da favela em São Paulo.

domingo, 1 de abril de 2012

Projeto de Urban-Think Tank para revitalização de Paraisópolis leva segundo lugar em prêmio mundial de sustentabilidade

Fonte. http://www.asbea.org.br/escritorios-arquitetura/clipping/projeto-de-urban-think-tank-para-revitalizacao-de-paraisopolis-leva-segundo-255170-1.asp 

Escola secundária em Burkina Faso, na África, ficou em primeiro lugar e um plano de renovação urbana na Alemanha conquistou a terceira colocação do Global Holcim Awards 2012

Lucas Rodrigues - PINIWEB


Um projeto de revitalização da favela Paraisópolis, em São Paulo, levou o segundo lugar na premiação global de sustentabilidade do Holcim Awards, que aconteceu nesta quinta-feira (29), em Zurique, na Suiça. Liderado pelos arquitetos Alfredo Brillembourg e Hubert Klumpner, da Urban-Think Tank, que tem uma filial na capital paulista, o projeto propôs a transformação de uma paisagem de erosão em uma zona produtiva e um espaço público dinâmico. Um projeto de uma escola secundária na vila de Gando, em Burkina Faso, ficou em primeiro lugar e um plano de renovação urbana em Berlim, Alemanha, levou a terceira colocação do Global Holcim Awards 2012.
Os projetos foram selecionados entre 15 finalistas por um júri de especialistas independentes, liderado por Enrique Norten, fundador e chefe do escritório TEN Arquitectos (México/EUA). Os finalistas da competição global foram os vencedores nas edições regionais do terceiro ciclo do Holcim Awards. Os vencedores receberam, respectivamente, US$ 200 mil, US$100 mil e US$ 50 mil.
Confira os projetos vencedores:
Primeiro lugarEscola secundária na vila de GandoPaís: Burkina Faso
Projeto: Diébédo Francis Kéré, do escritório de arquitetura Kéré Architecture, em Berlim
A ideia consiste na criação de um sistema de resfriamento passivo, que durante o verão gera uma climatização interna favorável ao aprendizado através da ventilação obtida por tubos subterrâneos, da vegetação no local, das correntes de ar geradas pelos gradientes de temperaturas e umidades entre interior e exterior (stack-effect), e do uso de fachadas e telhados ventilados (double-skin). 

O projeto também colabora com a melhoria das condições sociais por gerar empregos e treinamento, além de restaurar o meio ambiente através do reflorestamento. Segundo o líder do júri, Enrique Norten, o projeto teve uma abordagem bem sucedida ao desenvolvimento da comunidade, suavização dos efeitos climáticos e estética. "Esta bela escola não é apenas uma solução de design elegante, mas também gera empregos e treinamento à comunidade, utiliza materiais de construção locais e - por simples meios - cria um excelente ambiente pelas perspectivas social e construtiva", disse.


Segundo lugarRevitalização de Paraisópolis, São PauloPaís: Brasil
Projeto: Alfredo Brillembourg e Hubert Klumpner, da Urban-Think Tank
Com mais de 100 mil habitantes, a favela de Paraisópolis é uma das maiores comunidades informais do mundo. As principais sugestões do plano incluem a construção de um centro comunitário com terraços e áreas para agricultura urbana, um sistema de gestão de água, um anfiteatro público, uma escola de música, uma pequena sala de concertos, instalações esportivas e infraestrutura de transportes. O projeto impede uma erosão ainda maior e perigosos deslizamentos de terra nas encostas íngremes, além de fornecer infraestrutura social e cultural.


Outros assuntos relacionados. Click aqui


O líder do júri elogiou o projeto por seu conceito unificador, pelo alto nível de suas instalações culturais, qualidade arquitetônica e envolvimento integrado da comunidade local em uma abordagem socialmente inclusiva de planejamento e gestão. "Esta importante intervenção tem a capacidade de promover satisfação e oportunidades para a comunidade local que possibilita o contato sociocultural e a construção de uma maneira viável", disse Norten.

Terceiro lugarProjeto urbano "Flussbad", BerlimPaís: Alemanha
Projeto: Jan e Tim Edler, de realities: united

O projeto urbano "Flussbad" visa transformar um braço pouco utilizado do Rio Spree, em Berlim, em uma piscina natural com 745 m de comprimento. O trabalho cria uma zona para a prática de natação equivalente a 17 piscinas olímpicas e fornece um espaço público de recreação para residentes e turistas que visitam o Museuminsel (Museum Island). Segundo Norten, o projeto gera um forte e direto impacto na qualidade de vida urbana local e uma contribuição ecológica positiva através da remediação das hidrovias da cidade. "O projeto celebra a vida urbana em uma das grandes cidades do mundo, mantendo a ligação da cidade com suas hidrovias".



sábado, 31 de março de 2012

Dia Mundial de Conscientização do Autismo



O dia 2 de abril foi instituído pela ONU como o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. Para divulgar a causa e chamar a atenção de todos sobre o autismo, organizações do mundo todo se envolvem no "Light it up blue", promovendo a iluminação de monumentos, edifícios e p...ontes com a cor azul. 

Você também pode fazer a sua parte! Vista azul no dia 2 de abril, explique a ação e convença seus amigos, colegas de trabalho e familiares a vestirem azul também.


É importante falar sobre o autismo, é importante divulgar as informações. Ainda há muitos autistas sem acesso adequado à educação, saúde, benefícios e direitos. 

Participe!

CET interdita parcialmente Avenida Jornalista Roberto Marinho para obras da Linha 17 do Metrô Monotrilho

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) vai interditar uma faixa da Avenida Jornalista Roberto Marinho, junto ao canteiro central, sentido Marginal, entre as ruas Constantino de Souza e Princesa Isabel, a partir das 17h00 de domingo (1º/04), com duração prevista de 24 meses, para obras da Linha 17 do Metrô Monotrilho.
Os veículos que trafegam pelo trecho em obras da avenida serão desviados à direita para as outras quatro faixas de rolamento da via.
 Rotas Alternativas
·         A partir da Avenida Jornalista Roberto Marinho, sentido Marginal: à direita na Rua Vicente Leporace, à esquerda na Rua Gabrielle D’Annunzio, novamente à esquerda na Rua Princesa Isabel, retornando à Avenida Jornalista Roberto Marinho.
·         A partir da Avenida Washington Luís, sentido Centro: à esquerda na Avenida Professor Vicente Rao, em frente pela Avenida Roque Petroni Junior, atingindo a Marginal Pinheiros / Morumbi; ou em frente pela Avenida Moreira Guimarães, à direita na Avenida Moaci, outra vez à direita na Alameda Uapixana, e novamente à direita na Avenida dos Bandeirantes para atingir a Marginal Pinheiros.
·         A partir da Avenida Washington Luís, sentido Bairro: à direita na Rua Rafael Iório, em frente nas ruas Doutor Jesuíno Maciel e Guararapes, à esquerda na Avenida Portugal, à direita para atingir a Avenida Jornalista Roberto Marinho; ou à direita na Avenida Professor Vicente Rao, e em frente pela Avenida Roque Petroni Junior, atingindo a Marginal Pinheiros / Morumbi.
A Engenharia de Campo da CET vai monitorar a interdição e orientar os usuários. A CET recomenda aos motoristas que, ao avistarem a canalização da pista, reduzam a velocidade dos veículos para maior segurança.
Para informações de trânsito, ligue 1188 - Fale com a CET. Atende 24 horas por dia para informações sobre trânsito, ocorrências, remoções, reclamações e sugestões.