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terça-feira, 17 de abril de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Corinthians doa camisa autografada para mais um leilão do projeto Escola do Povo em Paraisópolis
A comunidade possui cerca de 80 mil moradores, sendo 15 mil analfabetos entre crianças e adultos. Para reverter essa realidade, o líder comunitário Gilson Rodrigues criou o projeto Escola do Povo Através de visitas domiciliares, os funcionários buscam integrar toda a família do aluno com a escola, o que possibilita acompanhar os resultados e auxiliar aqueles com mais dificuldade.
A primeira edição do leilão resultou em diversas melhorias, como a aquisição de uma sede própria, a contratação de psicólogos, assistentes sociais, professores e funcionários, aprimorando os resultados. A expectativa é de que a segunda edição seja ainda melhor!
Para maiores informações entre em contato através do email leilão@paraisopolis.org Telefone: (11) 5182.6216
Fonte: Site Oficial do Corinthians
Leia mais: http://www.meutimao.com.br/materia/74638/timao_social-corinthians_apoia_projeto_social_de_paraisopolis#ixzz1sBEVKYDY
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Famosos Realizam mais um Leilão para o projeto Escola do Povo em Paraisópolis
COMUNIDADE DE PARAISÓPOLIS, EM SÃO PAULO, REALIZA LEILÃO COM PRODUTOS DOADOS POR FAMOSOS
16/04/12
Evento acontece hoje, a partir das 19h na Casa Petra (SP) com a presença de grandes personalidades
Hoje acontecerá em São Paulo a partir das 19h o Leilão Escola do Povo, que é organizando pela comunidade paulista de Paraisópolis, onde vivem cerca de 100 mil pessoas. O objetivo do evento é arrecadar fundos ao Instituto Escola do Povo, uma entidade dedicada a alfabetizar jovens e adultos moradores da segunda maior favela de São Paulo.
Diversos artistas, esportistas e celebridades fizeram doações para o leilão. Entre as peças recebidas pela comunidade estão camisetas autografadas por Anderson Silva, Neymar, e Xuxa e violões autografados por Michel Teló, Cesar Menotti, Fabiano, Chitãozinho, Fernando e Sorocaba. O chef e apresentador de TV Edu Guedes, apoiador do curso de doces e salgados de Paraisópolis, “Mãos de Maria”, também fez questão de entregar pessoalmente um conjunto de panelas para venda no evento. Os produtos fazem parte da linha Edu Guedes by Ceraflame, que foi lançada há pouco tempo no mercado.
“É uma grande alegria participar deste leilão e contribuir com a educação e qualidade de vida das pessoas da Paraisópolis, que sempre me recebem de braços abertos. Estou muito feliz em doar os produtos da linha que desenvolvi com a Ceraflame, que é uma empresa 100% comprometida com a qualidade dos produtos e a saúde dos seus consumidores. Tenho certeza que as panelas, que são feitas de cerâmica atóxica e 100% resistentes a choques térmicos, vão fazer o maior sucesso no leilão”, comenta.
Além de Edu Guedes, outras personalidades, como Osmar Santos, Débora Bloch, Selton Mello, Mateus Solano, Maria Rita, Felipe Massa, Juninho Pernambucano e Ronaldo também se solidarizaram com a causa e destinaram pertences pessoais para a iniciativa, cujo slogan é “Arremate essa causa”.
Para quem não sabe o Leilão Escola do Povo tem como patrono o jornalista Chico Pinheiro e é apadrinhado pelo cabeleireiro Wanderley Nunes, mentor do leilão. O evento, que contará com um jantar e apresentação de shows musicais, é organizado pela agência NBSETE, também responsável pelos contatos para arrecadação de doações e patrocínios.
Um pouco de história
O Instituto Escola do Povo, criado pela União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis (UMCP) em 2007, tem atualmente mais de 600 alunos matriculados e conta com 15 professores que lecionam nas mais de 20 salas de aula instaladas em igrejas, escolas, ONGs e na sede da associação. Desde sua criação, o programa superou a marca de 3 mil alunos alfabetizados, entre jovens maiores de 15 anos e adultos. Os recursos são captados junto a pessoas físicas e jurídicas, sempre com campanhas que envolvem a sociedade, já que a instituição não tem convênio com o governo.
O objetivo do IEP é arrecadar recursos suficientes para dar continuidade ao Programa Escola do Povo em 2012, bem como executar melhorias estruturais na sede. “Nossa meta é que com os recursos obtidos através do leilão possamos acabar com o analfabetismo em nossa comunidade”, afirma Gilson Rodrigues.
Paraisópolis fica localizado na região do Morumbi, zona Sul de São Paulo. Com cerca de 100 mil habitantes, a comunidade contabiliza ainda aproximadamente 12 mil jovens e adultos analfabetos ou semi-analfabetos.
Para participar do Leilão Escola do Povo, os interessados deverão adquirir convites, cujo valor é de R$ 250,00 por pessoa, através de contato pelo e-mail leilao@paraisopolis.org ou pelo telefone (11) 5182-6216.
Sites: www.escoladopovo.org, www.eduguedes.com.br, www.ceraflame.com.br
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quarta-feira, 11 de abril de 2012
Google apresenta par de óculos conectado
Fonte:http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/noticias/2012/04/05/Google-apresenta-par-de-oculos-conectado.html
Batizado como Project Glass, produto permitirá navegar pela web, tirar fotos e fazer ligações telefônicas por comando de voz
O Google quer trazer elementos de ficção científica para o cotidiano das pessoas. O gigante da internet apresentou num post no Google + na quarta-feira, 4, o Project Glass, um par de óculos desenvolvido pela equipe do Google X, laboratório da companhia, que levará a conectividade a um novo patamar.O dispositivo permite ao usuário ler e-mails, receber informações em tempo real sobre trânsito e outros assuntos de interesse, realizar chamadas telefônicas, tirar fotos ou fazer compras online, por exemplo, e tudo isso via comando de voz. Veja abaixo o vídeo de demonstração da tecnologia.
Segundo artigo publicado pelo New York Times, o novo aparato tecnológico deve começar a ser vendido ao público no final do ano. Ainda de acordo com o texto, o preço previsto para o produto giraria entre US$ 250 e US$ 600.
domingo, 8 de abril de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Google inaugura Art Project no Brasil
Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/noticias/2012/04/03/Google-inaugura-Art-Project-no-Brasil.html
Acesso virtual a museus estreia com Pinacoteca e Museu de Arte Moderna (MAM) em São Paulo
O presidente do Google, Fábio Coelho, anunciou nesta terça-feira, 3, o início do Google Art Project, pelo qual o usuário pode acessar, de forma virtual e online, museus do mundo inteiro. No Brasil, os primeiros museus a terem parte de suas coleções digitalizadas pelo projeto são a Pinacoteca do Estado de São Paulo e o Museu de Arte Moderna (MAM). “O projeto começou como uma iniciativa da área de engenharia do Google, pela qual os engenheiros empregam 20% do seu tempo livre, de forma voluntária. Começou com museus e foi desdobrado como um Google Street View (sob o qual é possível visitar virtualmente os locais como ruas, cidades e até mesmo a Amazônia) para museus”, explica.
Atualmente, o Google Art Projetc abrange 151 museus em 40 países, com mais de 30 mil obras. Entre esses museus, destacam-se o Museu D’Orsay (França), Acrópoles (Grécia), Museu de Arte Islâmica (Qatar) e MoMa de San Francisco (EUA). Desses 151 museus, dez estão na América Latina e dois - Pinacoteca e MAM - no Brasil. As 30 mil imagens de todo o projeto, de seis mil artistas, estão em HD, segundo Coelho.
O gerente de novos negócios do Google, Alessandro Germano, afirma que, no caso da Pinacoteca e do MAM, estão disponíveis os três conceitos de museus virtuais: catálogo digital das imagens em HD, com curadoria feita pelos próprios museus; passeio virtual, feito através de trolley, uma espécie de carrinho que tem 15 câmeras em 360º; e a tecnologia Gigapixel, que capta fotos em 7 bilhões de pixels. Para visitar a Pinacoteca e o MAM de forma virtual, basta acessar o site do Google Art Project.
terça-feira, 3 de abril de 2012
Urbanistas da Índia querem importar 'jeitinho brasileiro' para favelas de Mumbai
Fonte:
Urbanistas ficaram empolgados com coisas que viram em Paraisópolis
Pedreiros e moradores das favelas vão ensinar urbanistas, arquitetos e políticos algumas de suas técnicas. Nós queremos reverter a hierarquia tradicional
Um grupo de arquitetos da Índia quer levar algumas lições aprendidas nas favelas brasileiras para Mumbai para melhorar as condições de moradia em regiões pobres da cidade indiana.
Arquitetos e urbanistas do Institute of Urbanology – uma fundação dedicada à pesquisa e difusão de ideias de urbanismo, com sede em Mumbai – acreditam que várias iniciativas do governo indiano de reconstruir conjuntos habitacionais acabaram produzindo apenas corrupção, prédios decrépitos e vizinhanças miseráveis.
Em alguns casos, as condições de vida dos moradores nos novos blocos até mesmo piorou quando eles trocaram seus casebres nas favelas por esses novos apartamentos.
Os arquitetos indianos visitaram a favela de Paraisópolis, em São Paulo, este ano e ficaram empolgados com o que viram. Em vez de destruir casebres e construir conjuntos habitacionais novos, a maioria dos moradores da favela deu um "jeitinho" na sua própria casa.
Segundo os profissionais do Institute of Urbanology, isso é muito mais eficaz para melhorar as condições de moradia do que simplesmente destruir favelas inteiras.
'Casas-ferramentas'
Matias Echanove, que participa do coletivo acadêmico de urbanismo Urbz, envolvido na viagem à Paraisópolis, aponta quatro problemas na construção de novos conjuntos habitacionais para substituição de favelas.
Primeiro, para que os apartamentos tenham preços acessíveis, os construtores precisam reduzir muito o custo da obra, o que compromete a qualidade do material usado.
Outro problema é que os conjuntos habitacionais acabam com o que Echanove chama de "casas-ferramentas" – moradias que são usadas também como estabelecimentos comerciais.
"Quando as pessoas perdem as suas casas nas comunidades, elas também perdem os seus negócios. Para a economia local, isso pode ser uma coisa ruim", disse Echanove à BBC Brasil.
O terceiro fator é o convívio social, que fica comprometido, pois as pessoas em prédios habitacionais interagem menos do que em comunidades como favelas.
"(Em conjuntos habitacionais) é possível se sentir ainda mais inseguro do que em favelas. As favelas e comunidades de Mumbai têm algo que os urbanistas chamam de 'olho na rua', ou seja, sempre tem alguém circulando pelas ruas", diz o urbanista.
"(Em conjuntos habitacionais) é possível se sentir ainda mais inseguro do que em favelas. As favelas e comunidades de Mumbai têm algo que os urbanistas chamam de 'olho na rua', ou seja, sempre tem alguém circulando pelas ruas", diz o urbanista.
"Uma coisa que nos chamou a atenção em Paraisópolis é que em partes da favela nós tínhamos uma sensação maior de segurança do que em outros pontos de São Paulo, como no Centro da cidade, onde havia vários traficantes e usuários de drogas. Nas favelas, há mais famílias e trabalhadores circulando, o que torna o ambiente bem mais agradável."
Por fim, o urbanista acredita que a construção de prédios leva à corrupção.
"O setor de construção é sempre um dos mais corruptos da economia. Em geral, são sempre os mesmos agentes que ganham os contratos públicos."
Vantagem
Outra vantagem observada pelos urbanistas em sua visita à Paraisópolis é o que os profissionais chamam de "desenvolvimento incremental" – moradores que usam suas rendas para melhorar as próprias moradias, construindo mais andares em uma casa e "puxadinhos".
Outra vantagem observada pelos urbanistas em sua visita à Paraisópolis é o que os profissionais chamam de "desenvolvimento incremental" – moradores que usam suas rendas para melhorar as próprias moradias, construindo mais andares em uma casa e "puxadinhos".
"Nós vimos casos bem curiosos em Paraisópolis, como um morador que havia melhorado sua casa ao longo de 18 anos. Isso forma um ciclo muito mais rico de desenvolvimento urbano e econômico."
Ele reconhece que há também problemas graves nas favelas, sobretudo quando o poder público não provê boas ruas, saneamento e energia elétrica. Outra falha é que favelas sem nenhum tipo de planejamento urbanístico – sobretudo as construídas em áreas de risco – são mais vulneráveis em eventos como enchentes. Para
Echanove, no entanto, isso pode ser resolvido com obras por parte das autoridades, e não com a remoção das favelas.
As lições podem ser aproveitadas em lugares como Dharavi, uma das cinco maiores favelas do mundo, cuja população total é estimada entre 600 mil e 1 milhão de pessoas.
Escola Dharavi-Paraisópolis
O Institute of Urbanology pretende realizar uma série de oficinas e debates em junho de 2013 sobre as experiências de arquitetura na Índia e no Brasil. Com apoio da Prefeitura de São Paulo e da multinacional de cimento Lafarge, profissionais da área passarão duas semanas em Dharavi e duas semanas em Paraisópolis para o evento que foi batizado de Escola de Urbanologia Dharavi-Paraisópolis.
"Pedreiros e moradores das favelas vão ensinar urbanistas, arquitetos e políticos algumas de suas técnicas. Nós queremos reverter a hierarquia tradicional de autoridade pública e mostrar que temos coisas a aprender como profissionais", diz o diretor da Urbz.
Este ano, a entidade indiana levou estudantes da prestigiosa faculdade Sir JJ College of Architecture, de Mumbai, para o Brasil, onde eles passaram horas observando as técnicas desenvolvidas pelos pedreiros das favelas brasileiras. Esta semana foi lançada uma exposição com fotos tiradas da favela em São Paulo.
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