Fonte: http://noticias.r7.com/videos/favela-ou-comunidade-comercio-ganha-cada-vez-mais-espaco-em-bairros-de-sp/idmedia/51ad317d0cf2797b4d6099a3.html
Diferente do que as pessoas esperam encontrar em uma favela, Paraisópolis tem atraído o interesse de comerciantes. De peixaria até agência de viagens, veja as curiosidades sobre o bairro na reportagem de Carlos Dorneles.
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terça-feira, 4 de junho de 2013
segunda-feira, 3 de junho de 2013
NADIA E KARINA COM TICI E HELÔ: DESFILE DO BEM
Fonte: http://caras.uol.com.br/revista/1019/secao/veja-tambem/nadia-e-karina-com-tici-e-helo-desfile-do-bem#image3
Mães e filhas reunidas com apoio de Roberto Justus em evento que auxilia ONG paulistana

Mestre de cerimônias da noite, Ticiane Pinheiro (36), filha da musa de Tom Jobim (1927–1994), não hesitou em colaborar com a nobre causa, ainda mais se tratando de Karina, amiga querida com a qual fez o reality show da Record Simple Life: Mudando de Vida, em 2007. “Ficamos 40 dias grudadas, fazendo tudo juntas e foi um presente, nos tornamos irmãs”, declara ela, à frente do Programa da Tarde, também da Record, acompanhada do marido, Roberto Justus (58), que, com banda dirigida por Afonso Nigro (42), entoou um set-list de 14 músicas na festa, uma delas especialmente dirigida à sogra. “Essa é para você”, dedicou, para depois cantar os primeiros versos da canção que a homenageia.

Após apresentação, o empresário foi surpreendido com um bolo, levado pela própria Tici, em comemoração ao seu aniversário, comemorado duas semanas atrás. “Sei que já passou, mas queremos festejar de novo, porque você merece”, disse Helô, comandante das atrações De Cara com a Maturidade, na Band, e Ser Mulher, no Bem Simples, retribuindo o carinho ao genro. “Não esperava essa homenagem”, emocionou-se ele, da atração Roberto Justus +, da Record, que estreará nova temporada de O Aprendiz, em setembro, na mesma emissora.
Foto Cassiano de Souza

Mães e filhas reunidas com apoio de Roberto Justus em evento que auxilia ONG paulistana
Foto Cassiano de Souza
Há quase 23 anos, Nadia Bacchi (65) se predestinou a preservar o direito de crianças carentes viverem com mais dignidade por meio de sua ONG Florescer, de apoio à comunidade de Paraisópolis, em SP. E, desde o início, teve o apoio da herdeira Karina Bacchi (36), que fez questão de tomar a frente da instituição quando ainda era adolescente. “Minha mãe é um exemplo de solidariedade. Esse trabalho filantrópico é o que me coloca sempre com os pés no chão”, fala a apresentadora do Menino de Ouro, do SBT, que, junto com Helô Pinheiro (68), realizou desfile beneficente da grife Helô Pinheiro by Amarras, com renda da venda de convites revertida à entidade, na paulistana Villa Bisutti. “Nadia e Karina sempre foram muito carinhosas comigo, por isso, as parcerias dão certo. Nós temos de ser mais generosos, principalmente com as crianças”, adverte Helô, a eterna Garota de Ipanema, ao brilhar na catwalk com looks da coleção outono/ inverno.
Foto Cassiano de Souza

Mestre de cerimônias da noite, Ticiane Pinheiro (36), filha da musa de Tom Jobim (1927–1994), não hesitou em colaborar com a nobre causa, ainda mais se tratando de Karina, amiga querida com a qual fez o reality show da Record Simple Life: Mudando de Vida, em 2007. “Ficamos 40 dias grudadas, fazendo tudo juntas e foi um presente, nos tornamos irmãs”, declara ela, à frente do Programa da Tarde, também da Record, acompanhada do marido, Roberto Justus (58), que, com banda dirigida por Afonso Nigro (42), entoou um set-list de 14 músicas na festa, uma delas especialmente dirigida à sogra. “Essa é para você”, dedicou, para depois cantar os primeiros versos da canção que a homenageia.
Foto Cassiano de Souza

Após apresentação, o empresário foi surpreendido com um bolo, levado pela própria Tici, em comemoração ao seu aniversário, comemorado duas semanas atrás. “Sei que já passou, mas queremos festejar de novo, porque você merece”, disse Helô, comandante das atrações De Cara com a Maturidade, na Band, e Ser Mulher, no Bem Simples, retribuindo o carinho ao genro. “Não esperava essa homenagem”, emocionou-se ele, da atração Roberto Justus +, da Record, que estreará nova temporada de O Aprendiz, em setembro, na mesma emissora.
Foto Cassiano de Souza

Favela ou Comunidade?: série mostra expansão do bairro Paraisópolis (SP)
Fonte: http://noticias.r7.com/videos/favela-ou-comunidade-serie-mostra-expansao-do-bairro-paraisopolis-sp-/idmedia/51aa83ac0cf2f54e325de543.html
Carlos Dorneles apresentará a partir de hoje, curiosidades e histórias de moradores do bairro paulistano no Jornal da Record. Paraisópolis ganha destaque na série de reportagem.
Carlos Dorneles apresentará a partir de hoje, curiosidades e histórias de moradores do bairro paulistano no Jornal da Record. Paraisópolis ganha destaque na série de reportagem.
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Única creche noturna de São Paulo fica em Paraisópolis e é gratuita
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2013-05-29/unica-creche-noturna-de-sao-paulo-fica-em-paraisopolis-e-e-gratuita.html
Crianças de zero a 13 anos são atendidas por instituição mantida por mosteiro. Outras cidades têm unidades municipais
Cinthia Rodrigues - iG São Paulo
Para quem está na rua, a escassa iluminação pública de Paraisópolis, zona sul de São Paulo, não deixa dúvida de que é tarde da noite. Dentro do Centro de Educação Infantil Estêvão Rei (Ceiser), o único noturno de São Paulo, as atividades com as crianças fazem parecer dia. Os bebês de menos de 2 anos brincam com blocos, as crianças entre 3 e 4 anos giram bambolês, um grupo de 6 a 8 anos ensaia para a festa junina e os mais velhos desenham.
Do lado de fora da janela, noite. Dentro da sala, crianças se mantêm em atividade
Só às 22h os portões são abertos e os primeiros pais entram para buscar os filhos. Os últimos saem às 23h30. “Tudo é costume. As crianças precisam de rotina”, diz a diretora Rozeli Neubauer. “São atividades mais calmas, mas eles ficam atentos.”

A creche gratuita é mantida pelo Mosteiro São Geraldo e, desde a inauguração em 2004, mantém um terceiro turno à noite para atender mães que trabalham ou estudam no período. De dia, o local é uma creche comum, mas a partir das 17h30 - quando todas as demais instituições infantis da cidade começam a encerrar as atividades - o Ceiser reagrupa alguns dos alunos que entraram às 13h e recebe outros tantos até formar a turma 100 alunos de zero a 13 anos para passar a noite.
Na segunda-feira, durante visita do iG ao local, dos oito presentes no Grupo 1, como é chamada a sala dos mais novos, apenas a caçula dormia no bebê conforto. O restante se mantinha atento aos passos das duas professoras presentes. Enquanto elas incentivavam, eles ficaram em volta de uma pequena mesa e riscaram folhas em branco com giz colorido e, quando pegaram uma caixa com blocos, a turma toda correu – ou engatinhou – atrás.
Em outra sala, um único colchonete era usado em um canto, ao mesmo tempo em que o restante da turma brincava com bambolê e fantasias da “caixa de personagens”. Entre os mais animados, Mariana Silva de Souza, de 4 anos. “Gosto de brincar e de ficar com meus amigos”, conta a menina sorridente quase às 23h da noite.
Os pais vendem churrasquinho na rua até 22h e a buscam quando o movimento acaba. Antes de ser matriculada, ela ficava com os dois na barraca. “Um dia a diretora veio oferecer uma vaga. De cara, não aceitamos. Achamos estranho criança estudar à noite, mas bendita a hora que a gente experimentou”, lembra o pai, Marco Antonio Souza. “Ela desenvolveu muito, sabe outras músicas e brincadeiras, mas principalmente fica mais feliz mesmo”, diz.
Uma das primeiras a buscar o filho de 8 anos, a vendedora Ana Maria de Souza gostaria de não precisar deixá-lo na escola noturna. “Venho correndo para poder ficar um tempo com ele, mas ter essa opção foi o que me permitiu trabalhar e ganhar um dinheiro que é para ele também”, conta.
A diretora conta que outras ONGs que atuam no bairro encaminham para lá mães adolescentes para que possam continuar os estudos. A instituição também prioriza os moradores nas contratações, sendo 26 dos 49 funcionários da comunidade.
Itapevi e São José do Rio Preto
Raras, as creches noturnas já existem em redes públicas de outras cidades paulistas. Itapevi, na Grande São Paulo, tem cinco unidades que atendem inclusive durante a madrugada. E São José do Rio Preto, no interior, tem duas instituições.
Em países desenvolvidos como a Suécia, as creches noturnas fazem parte da política de educação infantil.
Crianças de zero a 13 anos são atendidas por instituição mantida por mosteiro. Outras cidades têm unidades municipais
Cinthia Rodrigues - iG São Paulo
Para quem está na rua, a escassa iluminação pública de Paraisópolis, zona sul de São Paulo, não deixa dúvida de que é tarde da noite. Dentro do Centro de Educação Infantil Estêvão Rei (Ceiser), o único noturno de São Paulo, as atividades com as crianças fazem parecer dia. Os bebês de menos de 2 anos brincam com blocos, as crianças entre 3 e 4 anos giram bambolês, um grupo de 6 a 8 anos ensaia para a festa junina e os mais velhos desenham.
Do lado de fora da janela, noite. Dentro da sala, crianças se mantêm em atividade
Só às 22h os portões são abertos e os primeiros pais entram para buscar os filhos. Os últimos saem às 23h30. “Tudo é costume. As crianças precisam de rotina”, diz a diretora Rozeli Neubauer. “São atividades mais calmas, mas eles ficam atentos.”

A creche gratuita é mantida pelo Mosteiro São Geraldo e, desde a inauguração em 2004, mantém um terceiro turno à noite para atender mães que trabalham ou estudam no período. De dia, o local é uma creche comum, mas a partir das 17h30 - quando todas as demais instituições infantis da cidade começam a encerrar as atividades - o Ceiser reagrupa alguns dos alunos que entraram às 13h e recebe outros tantos até formar a turma 100 alunos de zero a 13 anos para passar a noite.
Na segunda-feira, durante visita do iG ao local, dos oito presentes no Grupo 1, como é chamada a sala dos mais novos, apenas a caçula dormia no bebê conforto. O restante se mantinha atento aos passos das duas professoras presentes. Enquanto elas incentivavam, eles ficaram em volta de uma pequena mesa e riscaram folhas em branco com giz colorido e, quando pegaram uma caixa com blocos, a turma toda correu – ou engatinhou – atrás.
Em outra sala, um único colchonete era usado em um canto, ao mesmo tempo em que o restante da turma brincava com bambolê e fantasias da “caixa de personagens”. Entre os mais animados, Mariana Silva de Souza, de 4 anos. “Gosto de brincar e de ficar com meus amigos”, conta a menina sorridente quase às 23h da noite.
Os pais vendem churrasquinho na rua até 22h e a buscam quando o movimento acaba. Antes de ser matriculada, ela ficava com os dois na barraca. “Um dia a diretora veio oferecer uma vaga. De cara, não aceitamos. Achamos estranho criança estudar à noite, mas bendita a hora que a gente experimentou”, lembra o pai, Marco Antonio Souza. “Ela desenvolveu muito, sabe outras músicas e brincadeiras, mas principalmente fica mais feliz mesmo”, diz.
Uma das primeiras a buscar o filho de 8 anos, a vendedora Ana Maria de Souza gostaria de não precisar deixá-lo na escola noturna. “Venho correndo para poder ficar um tempo com ele, mas ter essa opção foi o que me permitiu trabalhar e ganhar um dinheiro que é para ele também”, conta.
A diretora conta que outras ONGs que atuam no bairro encaminham para lá mães adolescentes para que possam continuar os estudos. A instituição também prioriza os moradores nas contratações, sendo 26 dos 49 funcionários da comunidade.
Itapevi e São José do Rio Preto
Raras, as creches noturnas já existem em redes públicas de outras cidades paulistas. Itapevi, na Grande São Paulo, tem cinco unidades que atendem inclusive durante a madrugada. E São José do Rio Preto, no interior, tem duas instituições.
Em países desenvolvidos como a Suécia, as creches noturnas fazem parte da política de educação infantil.
terça-feira, 28 de maio de 2013
Linha 17 Ouro - Obras do Metrô que vai passar pelo Morumbi iniciam nova fase
Foi instalada primeira viga-guia de
concreto no monotrilho da Linha 17-Ouro por onde correrão os trens
Foto. Sérgio Andrade
![]() |
| Instalação da primeira viga-guia do monotrilho da Linha 17-Ouro do Metrô |
A construção da linha do Metrô que
vai passar pelo Aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital, deu um
importante passo neste sábado, 25. O Governo do Estado iniciou uma nova fase da
obra do monotrilho da Linha 17-Ouro com a instalação da primeira viga-guia de
concreto, uma espécie de trilho por onde passarão os trens, na Avenida
Jornalista Roberto Marinho, entre a Rua Princesa Isabel e o viaduto Vereador
José Diniz.
"Esta obra determina um novo
modal na área de transporte. É um fato histórico, porque o Estado de São Paulo
nunca teve um monotrilho", afirmou o governador Geraldo Alckmin. "O
monotrilho é feito de pneu, ou seja, não há barulho e não produz poluição por
ser elétrico."
| Governador cumprimenta operários da obra da Linha 17-Ouro do Metrô |
A Linha 17-Ouro tem investimento de
cerca de R$ 4,8 bilhões e vai ligar o Jabaquara, na zona sul, à futura estação
São Paulo-Morumbi, da Linha 4-Amarela do Metrô, passando pelo Aeroporto de
Congonhas. Além disso, terá interligação ainda com a Linha 1-Azul, com a Linha
5-Lilás, do Metrô, e com a Linha 9-Esmeralda da CPTM. A expectativa é que
transporte mais de 417 mil passageiros por dia.
"Na primeira fase, entregaremos
oito estações. Os trens já estão sendo construídos e, neste ano, serão
entregues 24 trens, cada um com três carros. Fazendo a soma final, são 72
carros zero quilômetro", disse Alckmin. Estas primeiras oito estações
serão Jardim Aeroporto, Congonhas, Brooklin Paulista, Vereador José Diniz,
Campo Belo, Vila Cordeiro, Chucri Zaidan e Morumbi. O trecho possuirá 7,7 km de
extensão e deve ser concluído no segundo semestre de 2014.
O trecho 2 , que vai ligar o Panamby
à estação São Paulo-Morumbi, terá 6,4 km de extensão e cinco estações: Panamby, Paraisópolis, Américo Mourano, Estádio do Morumbi e São Paulo-Morumbi.
O último trecho, com 3,5 km de
extensão, terá cinco estações: Jabaquara, Hospital Sabóia, Cidade Leonor, Vila
Babilônia e Vila Paulista.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Subprefeito de Campo Limpo visita região do Córrego do Antonico
Mais de 10% da população da comunidade vive hoje com o benefício do aluguel social e esperam por moradia da Prefeitura.
Por Luiz Flavio
Foto Luiz Flavio
O Subprefeito de Campo Limpo Sérgio Roberto dos Santos,
visitou na tarde de hoje a região do Córrego Antonico, a visita do subprefeito é
fruto de pedido feito por lideranças da comunidade em debate realizado no
CEU Campo Limpo no dia 20 de abril onde autoridades e representantes da Secretaria
Municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão da prefeitura se reuniram com moradores e entidades da região para discutir o
plano de metas 2013-2016 da Prefeitura de São Paulo para a região do Butantã.
A visita à região do Córrego Antonico pelo subprefeito é
a primeira a ser feita por uma autoridade pública desde a nova gestão do
prefeito Fernando
Haddad. Acompanhado por moradores e lideranças comunitárias, o subprefeito Sérgio
Roberto percorreu vielas e ruas em torno do córrego e prometeu averiguar o porquê
da paralisação das obras na região.
Entenda
a situação atual das obras de urbanização de Paraisópolis
![]() |
| Obra de asfaltamento da Av. Hebe Camargo - 18/04/2013 |
- Desde outubro de 2012, praticamente todas as obras
internas da comunidade Paraisópolis estão paradas, com exceção da obra da nova Avenida
Hebe Camargo que tinha prazo para ser inaugurada em janeiro de 2013 e a
construção de unidades habitacionais do bloco G.
- O Conselho Gestor de Urbanização de Paraisópolis,
composto por lideranças que representam os moradores da comunidade, e que, desde
o início da urbanização em 2006 sempre foi um elo entre morador e poder público,
em assuntos relacionados às reivindicações de moradores em áreas de risco e de
remoção, está a 7 meses sem realizar se quer uma reunião. Mesmo assim as
remoções continuam sendo feitas sem o acompanhamento e a participação de
representantes da comunidade.
- Mais de 10% da
população da comunidade vive hoje com o benefício do aluguel social segundo
informações dadas por representantes do canteiro de obras em reunião da
multientidade realizada no ultimo dia 25 de abril. Segundo os mesmos, existiam
até a data do dia da reunião, (2069)
famílias em aluguel social, seja morando na comunidade ou fora dela.
![]() |
| Construção de novas unidades habitacionais na comunidade |
- O prefeito Fernando Haddad desde que iniciou sua
gestão a frente da prefeitura da capital, ainda não visitou Paraisópolis, a
maior comunidade da cidade de São Paulo segundo o IBGE, e não apresentou ainda nenhum
plano para moradores e lideranças do que será feito em relação à continuidade
das obras de urbanização na comunidade.
- Lideranças de Paraisópolis juntamente com moradores que estão em área
de risco e no aluguel social a espera de moradias, estão se mobilizando para
fazer protestos pela continuação das obras de urbanização da comunidade.
Jornal Diário de SP faz matéria sobre Gaudí de Paraisópolis
Fonte: http://www.diariosp.com.br/videos/lista/1769/Homem+vive+em+sua+obra+de+arte
Conhecido como Gaudí brasileiro, o jardineiro Estevão Conceição construiu sua casa há 28 anos em SP
Conhecido como Gaudí brasileiro, o jardineiro Estevão Conceição construiu sua casa há 28 anos em SP
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