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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Dor Crônica é tema de 2º Seminário da região Sul

Cerca de 120 profissionais da rede e de organizações parceiras irão participar de evento que propõe criar grupos de estudo sobre o tema

Nesta quinta-feira, dia 19 de setembro, das 7h30 às 16h30, a Coordenadoria Regional de Saúde Sul promove no Centro Universitário Adventista de São Paulo – UNASP, o 2º Seminário sobre Dor Crônica.
 A proposta do encontro é aprofundar a reflexão sobre a Dor Crônica em seus diversos aspectos além do enfoque biomédico, assim como formar grupos de estudo sobre dor crônica e produção de novos conhecimentos adequados à especialização dos territórios atendidos. Está prevista a participação de 120 profissionais da rede municipal de saúde e de organizações parceiras. 
 No dia serão realizadas diversas ações, como palestras, atividades culturais e discussões. O evento será referendado para o Programa de Crescimento nas Carreiras (progressão funcional, promoção e promoção por merecimento).

PROGRAMAÇÃO

7h30 às 8h30 - Coffee / Credenciamento
8h30 às 9h30 - Mesa de Abertura / Atividade Cultural
9h30 às10h30 - Avaliação da Dor: da teoria à prática - Dra Marcia Morete
10h30 às10h45 - Atividade Cultural
10h45 às12h - Educação em Dor e Mapa da Dor - Dr. Rodrigo Rizzo
 12h-12h30 – Discussão
12h30 às 13h30 - Almoço
13h30 às14h20 - Psicologia e Dor: uma relação possível - Dra Suely Franca
14h20 às 14h30 - Discussão
14h30 às 14h45 - Atividade Cultural
14h45 às 15h45 - Dor: A interface com as diferentes especialidades - Dra Fabíola Minson
15h45 às16h - Discussão
16h às 16h30 - Atividade Cultural/Encerramento/ Coffee

Serviço:

Data: 19/09/13
Horário: das 7h30 às 16h30
Local: Centro Universitário Adventista de São Paulo - UNASP

Endereço: Estrada de Itapecerica, 5859- Jardim IAE.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Moradores de Paraisópolis participaram ativamente da Audiência Pública


Fonte: 
http://www.mp.sp.gov.br/portal/page/portal/noticias/publicacao_noticias/2013/agosto_2013/Moradores%20de%20Parais%C3%B3polis%20participaram%20ativamente%20da%20Audi%C3%AAncia%20P%C3%BAblica

O Ministério Público, por meio da Promotoria de Justiça de Habitação e Urbanismo da Capital, realizou, nesta quarta-feira (28), uma audiência pública cujo objetivo foi o de obter informações e propostas que permitam a concretização de obras destinadas à urbanização do complexo Paraisópolis.
Promotores de Justiça durante a Audiência Pública
Durante a audiência, que durou cerca de cinco horas, os moradores e representantes da comunidade de Paraisópolis apresentaram as suas reivindicações e puderam expor os problemas do local. O Promotor de Justiça Roberto Carramenha, que presidiu os trabalhos, dividiu os temas que foram abordados  em: urbanização, regularização fundiária, saúde,  educação e moradia, para facilitar a coleta de subsídios.
Roberto Carramenha lembrou que a Promotoria já contava com um procedimento sobre o projeto de urbanização de Paraisópolis que havia sido arquivado em 2012. “Em meados deste ano recebemos uma comissão de moradores que apresentou um dossiê com diversas notícias de violação aos direitos humanos, apontando problemas em relação à falta de moradia, problemas com os apartamentos que foram entregues, com acessibilidade, descaso com a educação infantil e com os idosos, enfim, uma série de problemas. Em função disso, o MP resolveu chamar a comunidade e autoridades para que expusessem o que se passa” e qual o atual estágio da urbanização de Paraisópolis”, declarou.

Moradores de Paraisópolis durante o evento
Todas as questões levantadas durante a audiência serão transcritas em ata que será publicada no Diário Oficial do Estado. Os diversos assuntos que foram abordados e que não dizem respeito diretamente à Habitação e Urbanismo serão repassados a outras Promotorias para as devidas providências.
Também participaram da audiência pública a coordenadora do Centro de Apoio Cível e de Tutela Coletiva, Lídia Helena Ferreira da Costa Passos e a Assessora na área de Habitação e Urbanismo Cinthia Gonçalves Pereira; os Promotores de Justiça Maurício Ribeiro Lopes, José Carlos de Freitas, Mário Malaquias (Promotoria de Habitação e Urbanismo), Luiz Roberto Cicogna Faggioni, José Paulo França Piva (Promotoria dos Direitos Humanos, área da Saúde Pública) e Francisco Antonio Gnipper Cirillo (Promotoria dos Direitos Humanos, área de Pessoas com Deficiência); Marcelo Camargo Milani (Patrimônio Público e Social), a coordenadora Regional de Saúde região Sul, Vera Maria da Silva Ribeiro, o Diretor regional de Ensino do Butantã, André Luis Bafume, representando a Secretaria Municipal de Habitação  Marcos Antônio Biasi, Maria Teresa Cardoso Fedeli, Rosana Araujo E José Nilton Chiesa, pelo Metrô Mauro Biazotti, a Coordenadora da Subprefeitura de Campo Limpo e a  advogada da COMGÁS Rosana Rodrigues da Silva Favaro.
Leia  aqui  Ata da Reunião

Paraisópolis - Após marcar reunião, manifestantes deixam prédio na marginal Pinheiros, em SP

FolhaSP                                                                                           
                                                                                                                                                                               Danilo Verpa/Folhapress
Manifestantes do MTST invadem prédio comercial na marginal Pinheiros para pedir audiência sobre ocupação em Paraisópolis

 
Os manifestantes que ocuparam o prédio da Finep, localizada na marginal Pinheiros, na tarde desta sexta-feira, deixaram o local após marcar uma reunião com o superintendente da empresa. Com o acordo, oito membros do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) vão se encontrar com o líder da empresa do governo federal, que os manifestantes dizem ser dona do terreno que o grupo ocupa em Paraisópolis, na zona sul.
O protesto chegou a fechar a avenida Morumbi e a pista local da marginal Pinheiros, uma das mais importantes da cidade. Às 16h50, parte do grupo de cerca de 800 pessoas (segundo a organização), invadiu o prédio da Finep, no número 10.989 da via.
No edifício, há escritórios da Tam, Bradesco e empresas de advocacia. O prédio fica ao lado da estação Vila Olímpia da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).
Eles ficaram no saguão e impediram a entrada e saída de pessoas pelos elevadores. Os manifestantes entoaram gritos como "Eaí, o povo sem-teto vai morar no Morumbi" e "Ocupar, resistir e morar aqui".

O edifício tem 15 andares. Do alto, funcionários chegaram a jogar borrachas escolares nos manifestantes. No protesto, há muitas mulheres e crianças, algumas delas de colo.
A Polícia Militar acompanhava a manifestação e disse que ia aguardar as negociações.
REIVINDICAÇÃO
O ato pede o direito de permanecer em um terreno na rua Silveira Sampaio, na região do Paraisópolis, zona sul de São Paulo. O local, segundo o MTST, pertence ao governo federal e área foi ocupada por cerca de 600 famílias no último dia 24.
Segundo Guilherme Boulos, coordenador do MTST, o terreno estava abandonado há 15 anos. "Queremos abrir negociação com as três esferas de governo para que esse terreno seja transformado em moradias por meio do programa Minha Casa, Minha Vida", explicou Boulos, no dia da ocupação.
Boulos afirmou ainda que área fica ao lado de edifícios de alto padrão no Morumbi e que os sem-teto a ocuparam para evitar que houvesse especulação imobiliária e para pressionar as autoridades a destinar o local para a habitação popular.
De acordo com o coordenador, as pessoas que ocupam a área são moradores de Paraisópolis, que já não conseguiam pagar os aluguéis da região, que subiram muito. "Não se aluga um cômodo em Paraisópolis por menos de R$ 600 por mês."

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Ministério Público instaura inquérito para investigar urbanização de Paraisópolis


Por Luiz Flavio

O Ministério Público Estadual (MPE) instaurou inquérito civil público para investigar denuncias de violação de direitos humanos e irregularidades em consequência de denuncias feitas por moradores na forma como vêm sido conduzida a realização das obras de urbanização na comunidade de Paraisópolis.

O Ministério Público, através das Promotorias de Justiça de Habitação e Urbanismo da Capital em conjunto com as Promotorias do Patrimônio Público e Social e de Direitos Humanos, realizou no início da tarde de ontem (dia 28/08/2013) audiência pública no auditório Queiroz Filho, centro da capital, que instaurou inquérito Civil nº 412/13, que investigará as denuncia de irregularidades e violações de direitos humanos de moradores da comunidade de Paraisópolis referentes à forma como vem sendo realizadas as obras de urbanização nas áreas de moradia, saúde e educação.

Participaram da audiência os promotores, Roberto Carramenha; Justiça de Habitação e de promotorias como; Inclusão social, saúde pública, Patrimônio Público Social, Portadores de necessidades especiais e Habitação e Urbanismo. Também participou da audiência o Secretário Adjunto de Habitação; Marco Antônio Biasi e representantes da Secretaria Municipal de Habitação.  

A audiência formada por moradores do complexo Paraisópolis e movimentos sociais se dividiu em duas partes, uma formada pela Diretoria da União de Moradores de Paraisópolis e União de Mulheres de Paraisópolis, que defendeu as mudanças ocorridas através da urbanização, e outra parte, formada por moradores e organizações como: União de Defesa de Moradia de Paraisópolis, União de Moradores do Jardim Colombo, Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Tribunal Popular, Periferia Ativa e o Movimento “Paraisópolis Exige Respeito”, todos solicitaram mudanças imediatas na forma como tem sido conduzido atualmente o projeto de urbanização no complexo Paraisópolis.
Problemas Relacionados à urbanização de Paraisópolis
As reclamações dos moradores na audiência se resumiram a problemas que tem gerado insatisfação e insegurança para grande parte da população afetada direta ou indiretamente pelo projeto de urbanização, são eles:
- Interrupção de diálogo por parte do poder público com a comunidade

Desde setembro de 2012, as reuniões mensais do Conselho Gestor de Urbanização foram paralisadas. Era através das reuniões mensais que lideranças comunitárias e moradores podiam ficar informados sobre os desdobramentos das implantações de projetos urbanísticos na comunidade. As reuniões aconteciam mensalmente desde 2006,  quando se iniciou as obras do projeto. Moradores pedem a volta das reuniões do Conselho Gestor de Urbanização de Paraisópolis e novas eleições do conselho.

- Falta de Transparência

Moradores reclamaram da falta de esclarecimento quanto ao gasto do dinheiro público nas obras do projeto de urbanização em Paraisópolis, além da ausência esclarecimento sobre projetos e destinação de terrenos em que há remoções de famílias.

- Omissão do poder publico em questões fundiárias

Segundo Moradores, tem havido omissão por parte do poder público nas negociações para atendimento habitacionais das famílias cadastradas e das famílias que moram em áreas de risco e de locais mais vulneráveis social e economicamente. As reclamações são que; moradores estão sendo removidas dos locais onde seram realizados as obras de urbanização, sem que tenham atendimento adequado e definitivo.

- Problemas nas execuções das obras e a falta de atendimento habitacional

Moradores reclamam que as novas unidades habitacionais apresentam problemas como rachadura, infiltrações, exposições de estrutura metálicas, e que obras públicas foram realizadas com pouca qualidade e entregues sem acabamento. Também reclamaram dos atrasos em obras, como no caso da Avenida perimetral, que tinha prazo para ser entregue no início do ano, e tem causado transtornos para quem transita todos os dias na região onde acontecem as obras. Outra reclamação é a falta de planejamento para as remoções, onde o número de famílias removidas já é maior que o número de unidades habitacionais a ser entregues e a adoção de bolsa aluguel como única forma de auxílio para famílias removidas, e que tem causado inflação do preço do aluguel na comunidade.

Moradores também reclamam da falta de sinalização do poder público para a situação das famílias que moram em área de risco, como no caso das famílias que moram em torno de toda a extensão do córrego Antonico e as famílias das novas ocupações de terreno que eram destinados às obras de urbanização, como no caso dos moradores ao lado do escadão do Grotinho, que estão vivendo em condições precárias.

- Problemas nos apartamentos

Muitas das reclamações dos moradores que participaram da audiência pública dizem respeito a problema relacionado à falta de prioridade no atendimento de idosos e pessoas com necessidades especiais no recebimento de apartamentos. Outro problema é a falta de acessibilidade como a falta de rampas nas escadarias que dão acesso aos moradores dos prédios à comunidade. Há também reclamações que os apartamentos são recebidos sem acabamento e são entregues sem piso, azulejo e pintura.

Devido à relevância das denuncias, o promotor de Justiça de Habitação e urbanismo, Roberto Carramenha propôs realizar uma segunda audiência pública na comunidade de Paraisópolis para que se obtenham mais informações por parte dos moradores da comunidade para anexar ao inquérito e dar direito de resposta as reclamações. A ata da audiência será publicada no diário oficial na próxima segunda feira.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Corinthians abre Inscrições para as peneiras do segundo semestre de 2013


Fonte: Agência Corinthians


Nesta sexta-feira (26), o Sport Club Corinthians Paulista abriu inscrições para as peneiras do segundo semestre de 2013. Podem se inscrever atletas nascidos entre 1996 e 2004 através da página:www.corinthians.com.br/site/peneiras.
O cadastro online pode ser feito para qualquer data disponível (agosto a dezembro). Os responsáveis devem ficar atentos à data da inscrição presencial e providenciar toda documentação necessária antecipadamente. Cada atleta só poderá participar de peneira por ano.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Chega ao final a Campanha do Agasalho 2013 em Paraisópolis

Por Luiz Flavio

   Terminou ontem, dia 25, a Campanha do Agasalho 2013 na comunidade Paraisópolis, durante os meses de junho e julho, moradores da comunidade contribuíram doando peças de roupa para a campanha.



   A Campanha do Agasalho é uma das ações do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo e que desde 1947 realiza todos os anos a campanha em parceria com todas as Secretarias de Estado, empresários e a sociedade civil. Em 2012 a campanha arrecadou quase 4,7 milhões de peças beneficiando 938 mil pessoas. Neste ano ainda não foi divulgado o número total de todas as doações.

Na comunidade de Paraisópolis a campanha do Agasalho 2013 foi uma iniciativa do jornal Paraisópolis News em parceria com comerciantes locais, que, de boa vontade, se dispuseram a ajudar cedendo espaço para colocação das caixas para o recolhimento das peças de roupa em seus pontos de venda. Vários parceiros e colaboradores do jornal da comunidade também ajudaram, tanto no recolhimento como na divulgação da campanha.

   Nos cinco pontos de arrecadação espalhados pela comunidade, foram arrecadadas 634 peças de agasalhos em bom estado, também foram doados; Cobertores, cachecóis, toucas, roupas para adulto, criança e recém-nascidos, além de alguns pares de sapato e meias.
Os agasalhos doados na campanha foram recolhidos no começo da tarde de ontem pela equipe do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo - FUSSESP, e já estão sendo encaminhados para entidades assistenciais, hospitais, albergues da Capital e do interior de São Paulo.

   As doações da Campanha do Agasalho realizadas na comunidade chegarão à boa hora para quem vem sofrendo com o frio dos últimos dias. Na ultima tarde de quarta feira, dia 24, o termômetro do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), localizado no Mirante de Santana na zona norte da capital registrou máxima de 8,7°. A menor máxima anterior tinha sido de 10,2° registrado em 1988, ou seja, há 25 anos que não fazia tanto frio.

Agradecimento aos parceiros e doadores.

   Gostaria de agradecer a todos os moradores que de bom coração, se sensibilizaram com a campanha e ajudaram doando uma peça de roupa (ou várias, como foi o caso da maioria das doações).  A você que doou ou ajudou a campanha, fica a certeza de que em algum lugar do estado de São Paulo existe alguém agasalhado e muito feliz pela sua doação.

   Agradecimentos especiais a todo quadro de funcionários do Empório do Gaúcho que se dedicaram ao máximo pela campanha. 

Agradecimentos especiais a todos os funcionários do Mercado Nova Central loja 3 que tiveram boa vontade e se engajaram na campanha. 

- Agradeço ao padre Luciano Borges da Paróquia São José e todos os membros da igreja que contribuíram para o resultado da campanha. 

- Agradecimentos especiais a equipe da Padaria GuiGui e Drogaria RKL que tiveram paciência conosco e sacrificaram seus espaços de venda para contribuir de forma efetiva para a campanha. 

- Agradecimentos especiais para Edinaldo da Drogaria + Saúde pelo apoio e a Dona Sueli da Pastelaria Predileto, por ceder o transporte para o recolhimento das caixas. Agradecimentos especiais para a estudante de serviço social Raiane Santos e família, por ajudar na arrecadação. 
- Agradecimento muito que especial ao Professor Ney Melo, por ceder o espaço em sua escola particular para as doações até que a equipe do Fundo Social retirasse as doações.

   A todos que contribuíram com a campanha do Agasalho 2013, palavras não descreve a grande alegria que estamos sentimos pela realização da campanha, alegria essa que muitos dos que receberam as doações também já estão sentindo por ter recebido além de agasalhos, um pouco de calor humano para enfrentar o inverno com mais segurança neste ano. Próximo ano faremos de novo e recolheremos bem mais doações. Muito obrigado à todos!

Luiz Flavio
Editor Chefe do Jornal Paraisópolis News