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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

O que é a Inclusão Digital ?


Inclusão digital, é a democratização do acesso à informação, permitindo inserir todos na sociedade, simplificando a vida com o aproveitamento do tempo.
Um incluído digitalmente pode melhorar sua condição de vida. Porém para que a inclusão digital aconteça, precisamos de alguns instrumentos básicos: o computador, o acesso à rede e o domínio dessas ferramentas.
Não basta apenas o cidadão possuir um simples computador conectado à internet para ser considerado um incluído digitalmente. Ele precisa saber o que fazer e como usar essas ferramentas.
Na inclusão digital, estão projetos e ações que facilitam o acesso de pessoas de baixa renda às tecnologias da informação e comunicação. Assim as pessoas passam a ter mais acesso às informações disponíveis, ampliando as possibilidades para melhorar sua qualidade de vida.
Iniciativas como a do PC conectado são louváveis - mas não é só entregar máquinas, conforme bons e maus exemplos em outros países nos ensinam. Incluir digitalmente não é apenas “alfabetizar” a pessoa em informática, mas também melhorar os quadros sociais a partir do ensino para o manuseio dos computadores.
Resumindo: a inclusão digital insere-se em um movimento para uma melhor a inclusão social. Um dos grandes objetivos de diversos governos ao redor do mundo nas últimas décadas.
Como fazer isso? Mostrando como as pessoas podem melhorar suas vidas com ajuda do computador. Venha participar de nosso grupo na internet, trazendo sua opinião sobre este tema.

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Diante de forte emoção, pais e avós, mostram na passarela porque são da melhor idade.




Se Paraisópolis é já visto como uma comunidade que agrega pessoas de diferentes regiões do Brasil e outros países, esse fato ficou bem comprovado na realização do segundo desfile em prol da melhor idade que ocorreu em de julho. Na ocasião, um público de diferentes idades como crianças, jovens, adultos, filhos, netos, prestigiaram pais e avós, desfilando nas passarelas do auditório do CEU Paraisópolis.
Idealizado por Eva Silva Cunha, “Eva do Leite” o desfile da melhor idade tem emocionado Paraisópolis toda vez que é realizado. O primeiro evento aconteceu nas dependências da Escola Estadual Etelvina Góes de Marcucci em 2005. Segundo Eva do Leite, o desfile tem por objetivo unir e mostrar o valor das pessoas que estão na melhor idade: “Estamos vendo nessa passarela pessoas saudáveis e cheias de vida. Com certeza outras pessoas estão doentes em um hospital ou numa cama e gostariam de estar aqui desfilando e prestigiando esse momento”.
Para o evento ser completo, uma mesa de jurados foi cuidadosamente organizada para escolher o campeão do desfile. E teve a presença de inúmeras personalidades de Paraisópolis e região; José Rolim, assessor das subprefeituras, padre Luciano, pároco da Igreja São José; Gilson Rodrigues, presidente da União dos Moradores; Val, secretária do empresário de Zé Turin; Misael, presidente do Projeto Chance; Mamão, representante do Conselho Tutelar de Campo limpo; Elida, gestora do CEU Paraisópolis; Roberta, representante do Hospital Campo limpo; Glaucia, Associação da Aliança; Sueli, clinica Santa Terezinha, o casal Severiano e Inês da Loja Iris e Neuza, agente comunitária. Padre Luciano, pároco da Igreja São José, destacou: “O dia de hoje é muito importante, comemoramos o dia do vovô e da vovó. O desfile foi uma verdadeira partilha entre as pessoas”.
Emocionada, Eva do Leite, fez suas considerações: ”Gostei muito do desfile, da maneira como ele foi conduzido e dos elogios que vieram da platéia que estava muito animada. Mais ainda do sorriso de cada participante ao entrar na passarela e desfilar para o público. Agradeço a Deus pela realização do evento e a todos que me ajudaram na preparação dele”. De acordo com Eva, cerca de 200 pessoas estiveram presentes no desfile em prol da melhor idade.
Prefeito Kassab supervisiona obras em Paraisópolis



Em visita ao Grotinho, região do Complexo Paraisópolis, na primeira semana de agosto, o prefeito da cidade de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), vistoriou obras do Conjunto Habitacional “F” que serão entregues em setembro a moradores que habitavam em áreas de risco. Na ocasião, o prefeito Kassab, elogiou o andamento das obras, os primeiros apartamentos que serão entregues, conversou com lideranças locais e concedeu entrevista aos órgãos de imprensa.
Segundo o prefeito, o plano de urbanização é importante para o Complexo Paraisópolis: ”Com os novos apartamentos que serão inaugurados e entregues em setembro, os moradores terão Em visita ao Grotinho, região do Complexo Paraisópolis, na primeira semana de agosto, o prefeito da cidade de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), vistoriou obras do Conjunto Habitacional “F” que serão entregues em setembro a moradores que habitavam em áreas de risco. Na ocasião, o prefeito Kassab, elogiou o andamento das obras, os primeiros apartamentos que serão entregues, conversou com lideranças locais e concedeu entrevista aos órgãos de imprensa.
Segundo o prefeito, o plano de urbanização é importante para o Complexo Paraisópolis: ”Com os novos apartamentos que serão inaugurados e entregues em setembro, os moradores terão
FAZ GRANDE APRESENTAÇÃO EM PARAISÓPOLIS




O último dia 16 de agosto ficou marcado pela realização do show mais esperado do ano, Banda Djavú, considerada o fenômeno musical da atualidade, se apresentou com exclusividade em Paraisópolis. O show que ocorreu nas dependências do campo do Palmeirinha foi marcado pela irreverência e carinho, tanto por parte da banda, quanto da comunidade. Criada em dezembro de 2008, a banda de Capim Grosso, cidade do Estado da Bahia, fez a diferença ao se apresentar pela primeira vez na comunidade de Paraisópolis: com seu ritmo irreverente e contagiante, mostrou, porque é prioridade nas paradas de sucesso do Brasil. Com isso, fãs, participantes e convidados, em clima de festa, dançaram e cantaram o tempo inteiro os sucessos da banda que sensação do momento. “Nem parece que o Djavú surgiu há nove meses, parece que o sucesso deles já vem de muito tempo: no rádio, na televisão e na internet, vejo só eles”, disse Aline, fã da Banda.
Encantado com o carinho que recebeu do publico e da comunidade, Geandson, um dos cantores do Djavú destacou: “A galera de Paraisópolis é super animada, nos recebeu de forma positiva e de braços abertos. Os moradores de Paraisópolis são de várias regiões do Brasil e principalmente do nordeste brasileiro, isso é muito bacana. Em nome da banda muito obrigado”. Emocionada, Maria de Lousa, fã da banda, disse: “Sucesso de publico em shows e apresentações, Djavú, não poderia deixar de cantar em Paraisópolis, lugar em que o Djavú tem muitas fãs como eu. Estou muito feliz pela apresentação da banda, beleza das bailarinas, músicos, cantores, fotos que tirei deles, com eles e por ter cantado e dançado muito”.
José Rolim - O Líder Comunitário que venceu em Paraisópolis



Antes de fincar o pé na carreira política, José Rolim da Silva, 46, foi presidente da União dos Moradores por 6 mandatos (1997 – 2007), exerceu funções como agricultor, tangedor de boi, motorista de trator, servente de pedreiro, frentista, borracheiro, carregador, assistente de necrotério, ajudante de cozinha, porteiro, dono de lanchonete, assessor de político e comerciante.
Rolim, nasceu em Garanhuns, cidade do Estado de Pernambuco. Aos 16 anos, veio para São Paulo com o objetivo que motivou tantas outras pessoas: conseguir um emprego e vencer na vida. Na terra da garoa, o pernambucano, escolheu Paraisópolis para morar e constituir uma família.
Em entrevista exclusiva que cedeu ao JPN, ele, conta sua atuação como liderança na comunidade de Paraisópolis, conquistas e o período que atuou como vereador no maior legislativo do Brasil.
JPN – Como o senhor avalia suas conquistas quando foi presidente da União dos Moradores?
Rolim - Antes de qualquer coisa, essas conquistas foram resultados de um trabalho em conjunto do José Rolim com outras pessoas. No Fórum Multientidades, por exemplo, debatíamos nas reuniões o interesse das pessoas que pensavam fazer parceria com Paraisópolis. Inclusive meu plano de governo para vereador em 2004 foi debatido nele! Paraisópolis conseguiu grandes parcerias com ONGs, empresas e mais escolas foram construídas. Essas conquistas são importantes para o futuro das crianças, jovens e adultos. Moramos numa comunidade que é representada por pessoas de diferentes idades e regiões do Brasil.
JPN – O senhor se orgulha de ser o primeiro vereador de Paraisópolis?
José Rolim - Com certeza. Devo essa conquista ao povo de Paraisópolis e da cidade de São Paulo. Na eleição de 2004 ganhei 10.661 votos. Na mesma eleição, outros líderes comunitários concorreram ao cargo de vereador. Segundo pesquisas, fui entre eles o vereador mais votado. Já na eleição de 2008, consegui 16.386 votos. Com isso, sou 16º vereador mais votado pelo meu partido.
JPN – Paraisópolis passou a ser mais respeitado quando teve alguém para representá-lo?
Rolim - Não só a partir do momento que seu povo elegeu um vereador para ter representação política, mas principalmente a partir do compromisso que foi assumido pelo então prefeito da cidade de São Paulo, José Serra, em 2004. Que na sua gestão, deu garantias ao plano de urbanização de Paraisópolis.
JPN - O que precisa mudar em Paraisópolis?
Rolim - Com uma população que supera 80 mil habitantes é fundamental que se construa uma área de lazer para os moradores. Além disso, precisamos que mais creches sejam construídas para suprir o déficit de crianças que estão sem creche na nossa comunidade. Na área da educação, são necessários mais cursos profissionalizantes e de informática para os jovens e adultos que tanto necessitam. Na questão da moradia, por exemplo, é preciso que haja um plano especial para o morador da comunidade que paga aluguel ter sua própria casa.
JPN – A urbanização é importante para Paraisópolis?
Rolim - Todo desenvolvimento que é feito de forma sustentável se trona importante para um bairro ou uma comunidade. Os moradores ganham com isso, através do plano de urbanização, por exemplo, ruas são pavimentadas ou recapeadas e esgotos são tratados.
ENCHENTE ATINGE MORADORES DE PARAISÓPOLIS


O alagamento inundou casas e desabrigou famílias

O alagamento inundou casas e desabrigou famílias
A forte chuva que caiu sobre a cidade de São Paulo no último dia 11 de julho, causou alagamentos, inundações e deixou 26 famílias desabrigadas no Grotão, região do Complexo Paraisópolis.
Segundo moradores, o alagamento ocorreu por causa do entupimento de uma galeria que escoava água por baixo do cemitério Morumbi. “O risco de que poderia haver um alagamento foi debatido em reunião do Conselho Gestor de Urbanização”, comentou Nivaldo Ferreira Souza, conhecido como “Fuzil do Grotão”, morador local.
Preocupado com o alagamento, Angeli Ferreira Bastos, 67 anos, casado, pai de dois filhos e desabrigado pela chuva falou: “Nunca aconteceu um alagamento desse tipo aqui no Grotão. O aniversário de um ano de Daniela, minha filha, foi comemorado com água chegando ao joelho. Perdi tudo que tinha, falta até de comer. Agora só posso entrar no barraco pela janela. Minha esposa é depressiva desde 2002 e vive sobre remédio controlado. Para sair de casa, ela precisa andar por essa água parada”.
Em nota lançada em 13 de julho, a Secretaria de Infraestrutura Urbana – SIURB informou: “Não fomos informados de possíveis rompimentos das bombas de recalques, por parte da contratada, e mesmo que houvesse um rompimento, o sistema é composto por duas unidades, já prevendo a possível falha em um dos elementos."
Localizada entre o bairro de classe média alta Morumbi, Paraisópolis, continua com mazelas típicas de favelas: esgoto a céu aberto, barrocos de madeira, criança sem assistência e fora da escola, casas em áreas de risco, abusos de autoridades policias e pessoas vitimadas por balas perdidas.
O líder comunitário e membro do Conselho Gestor de Urbanização de Paraisópolis, Jonas Cabeleireiro, tem acompanhado o drama e debatido frente aos órgãos públicos o problema das enchentes que assolam o Grotão.
Jonas, em entrevista exclusiva ao JPN, conta todo o cenário que vivenciou, após 2 visitas que fez ao local. Segundo ele, o problema não está nas chuvas. Mas na situação como o Grotão se encontra.
JPN – Como você avalia a situação do Grotão?
Jonas - Como representante do Conselho Gestor de Urbanização fui pessoalmente ao Grotão. Minha visita foi no sentido de poder acompanhar de perto o drama das famílias que tiveram suas casas invadidas por esgoto, água contaminada e que foram assoladas pela enchente. Minha pergunta é até quando isso vai acontecer? O problema das enchentes ocorre com freqüência na região. Lembro de uma que ocorreu há 8 anos e o presidente da União dos Moradores era o José Rolim. Na época, ele forneceu assistência ao povo. Mas nenhuma teve tanta repercussão quanto essa: casas que não corriam risco de alagamento, dessa vez, sofreram com o drama das enchentes e 26 famílias ficaram desabrigadas.
JPN- Qual é a causa dessas inundações?
Jonas - Lembro que quando havia inundação no Grotão, toda água era escoada por uma tubulação que passa por baixo do cemitério Morumbi. A meu ver, as obras da “Avenida Perimetral” e um muro que foi construído pelo Cemitério Morumbi, impedem que as máquinas da prefeitura, num caso de emergência, entrem para fazer algo que venha resolver a obstrução do momento.
JPN – Se tivesse que fazer um apelo qual seria ele?
Jonas - A construtora res- ponsável, Camargo Correia, diz que não tem nada a ver com o problema da construtora atual, Passareli. Por fim, um fica passando a responsabilidade para o outro. Diante de todos, faço a seguinte pergunta: como fica o sofrimento dramático do povo humilde do Grotão? Será que a indenização das coisas como móveis, moradias, vai suprir todo transtorno psicológico que o povo tem sofrido? Preocupando-se com a próxima chuva que virá? Se a água de esgoto vai inundar de novo os barracos? E assim perguntamos, quais providências serão tomadas? Gostaria de enfatizar o trabalho de Fuzil, líder comunitário. Por representar o povo do Grotão perante o poder publico e a empreiteira contratada.
Regras Gerais de Atendimento de Emergência

O que deve ser feito para prestar um socorro eficiênte a vítima de acidente?

Antes de iniciar um atendimento de emergência, fique atendo para seguir esses passos: “Certifique-se da segurança pessoal, das condições de segurança da cena de emergência e da segurança da vítima. Avalie a cena de emergência. Efetue a avaliação inicial da víidentifique-se com seu nome completo e local de onde está falando (cidade, bairro), tipo de acidente ou emergência clínica, quantidade, idade e sexo das vítimas, localização da ocorrência (endereço completo, ponto de referencia e telefone para contato), situação atual das vítimas (nível tima, indique suas condições e acione os órgãos públicos ou particulares de atendimento de emergência“.
Ao acionar um dos serviços de emergência médica, através dos telefones de emergência 193(Corpo de Bombeiros) ou 192 (SAMU), transmita-lhes os seguintes dados: primeiro de consciência, tipos de traumas, outros sinais vitais e sintomas, se disponíveis). , necessidade de apoio adicional: CIA de energia elétrica, CIA de gás, etc.
Francinaldo do Nascimento Silva
Bombeiro Civil e Socorrista
Formado pela ABCESP (Academia de Bombeiro Civil do estado de São Paulo).